não quero gritar as minhas primeiras certezas
nem as mesmas impressões.
quero o sussurro.
quietar até mal respirar,
desprezar os alardes que há em mim
e deixar emergir da lama da precipitação
as críticas mais honestas, e enfretá-las.
burilar a dor das decepções até percebê-las oportunidades.
e o que não há conserto, deixar para trás.
feridas que não saram quase sempre imploram incômodo.
para que o pus da amargura não se alastre e ocupe todo o resto.
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